Olá galera, beleza?
Mais uma vez venho aqui trazer uma novidade para vocês! Depois de Renato C. Nonato, o autor de Terras Metálicas, chegou a vez do tão aclamado autor Eduardo Spohr, o autor da série Filhos do Éden e também de A Batalha do Apocalipse ter sua entrevista aqui no blog!
Vamos começar sabendo um pouco mais sobre o autor com a ficha técnica.
FICHA TÉCNICA
Nome: Eduardo Spohr
Idade: 38
Cidade/Estado: Rio de Janeiro / RJ
Contato: @eduardospohr
Site do livro: www.filhosdoeden.com
Gêneros preferidos: Qualquer um
Série favorita: Star Trek
Eduardo chegou ao meu conhecimento há alguns anos quando vi pela primeira vez o livro da Batalha do Apocalipse, o qual acho muito fantástico. Começou a se interessar pela leitura e pela escrita desde pequeno, nunca parou de evoluir e hoje faz este sucesso que vemos por ai.
É uma grande honra para nós aqui do Criticando por Aí estar fazendo esta entrevista, já que este que vos fala é um grande fã da obra do autor. Então quem quiser saber mais sobre ele fique ligado aqui embaixo!
CPA: Desde quando você começou a se interessar por ler e
consequentemente escrever a sua própria história?
Eduardo: Sempre fui um leitor chato, depois que terminava um livro ficava imaginando finais alternativos e outros rumos para as histórias, de tão implicante com as histórias que lia, comecei a escrever as minhas, e não parei mais.
Eduardo: Sempre curti bastante o tema. Na minha opinião a gente deve escrever sobre aquilo que gosta, senão não tem muito sentindo. Mas não quer dizer que no futuro eu não possa buscar um outro gênero. O importante é falar sobre a história que está no seu coração, que é genuína pra você.
CPA: Muitas
vezes, os autores simplesmente ficam sem inspiração. No seu caso, o que você faz
para que consiga se inspirar e continuar?
Eduardo: Não
acredito que exista inspiração. Existe trabalho. Você trabalhando, as soluções
e ideias vem, e não o contrário.
CPA: Como
é a vida de um escritor que já tem seus títulos considerados best-sellers? A
rotina mudou muito? Há um compromisso muito grande com as editoras?
Eduardo: A vida é igual a de qualquer profissional. Trabalho árduo, acima de tudo. Não me preocupo
muito com a editora. Foco totalmente nos meus leitores.
muito com a editora. Foco totalmente nos meus leitores.
CPA: Quais
foram as principais dificuldades que você teve no início da sua carreira como
autor?
Eduardo: Encontrar
editoras é sempre difícil. Foi isso que me levou à publicação independente, e
no meu caso deu muito certo.
Bom, agora que já conhecemos um pouco do autor, nada mais justo do que falarmos do seu grande sucesso com o livro não é mesmo?! Então, sem mais delongas, vamos partir para a segunda parte da entrevista, com perguntas apenas sobre seu livro e seus outros projetos.
CPA: O que te inspirou a criar este universo fantástico chamado
Spohrverso?
Eduardo: Os
quadrinhos do selo Vertigo e a série de filmes “Anjos Rebeldes” foram sem
dúvida as principais inspirações.
CPA: Percebemos
que cada personagem de cada livro tem uma história própria, é até difícil de
acreditar que eles saíram da imaginação! Há pessoas reais por trás dos
personagens ou eles são apenas criação?
Eduardo: Sempre
há, com certeza.
CPA: Malakins,
Hashmalins, Querubins, Ofanins e muitos outros nomes celestes vieram apenas da
imaginação também ou há um ponto de história no plano de fundo?
Eduardo: Foram
tirados da própria mitologia hebraico-cristã, com suas devidas modificações e
adaptações, claro.
CPA: Vimos
pelo ultimo livro da série, Anjos da Morte, que houve uma grande pesquisa para
a criação da história. Isto costuma se repetir nos demais livros? Como você
consegue reunir tanto material?
Eduardo: Procuro
comprar livros e filmes que tenham a ver com a história que estou trabalhando.
Estudo eles e deixo tudo arquivado. É como se fosse uma mini-biblioteca
particular...
CPA: Em
nossa resenha de sua série, dissemos que é incrível o modo como você faz anjos
e criaturas celestes parecerem humanas, você acredita que o paraíso celestial
pode ser exatamente como nosso plano? Ou seja, não há nada de especial como
todos pensam, mas, na verdade, estão sujeitos às mesmas coisas que nós?
Eduardo: O
que está nos meus livros é ficção, unicamente. Não é para as pessoas
acreditarem ao pé da letra. Mas eu acredito na metáfora. Por exemplo, como o
Paraíso sendo a nossa inclinação para o bem e o Inferno, para o mal. Nesse ponto
(metafórico), creio que a história faz mais sentido.
CPA: Conte um pouco mais sobre como é ter um livro publicado, qual é a sensação de ver seu trabalho sendo lido e avaliado por milhares de pessoas?
Eduardo: Embora alguns amigos e familiares já tivessem lido e gostado, confesso que fiquei meio apreensivo com as primeiras opiniões que recebi de estranhos. Mas devo dizer que nem nos meus melhores pensamentos pude imaginar uma recepção tão calorosa quanto a que estou tendo! Fico muito feliz em saber que até agora todos que leram Terras Metálicas gostaram do conjunto da obra.
CPA: Em
sua opinião, quais são os piores problemas que um autor pode enfrentar para
conseguir publicar sua obra? Publicar um livro é tão difícil como dizem?
Eduardo: Não chamaria de problemas. Eu chamaria de dificuldades, e as
dificuldades estão aí, nas nossas vidas, para serem superadas. Claro, cada um
deve encontrar a sua própria maneira de fazer isso. Não tem uma fórmula
especial.
CPA: Não
é segredo que há um próximo livro vindo ai! Você pretende terminar Filhos do
Éden com Paraíso Perdido ou podemos esperar outras continuações desta história
fantástica?
Eduardo: Sim,
a próxima publicação será Filhos do Éden: Paraíso Perdido, que encerrará a
série. Aguardem :)
Infelizmente acabamos nossa entrevista. Porém estaremos sempre voltando com mais e mais novidades sobre o autor e seus lançamentos futuros, vocês podem ficar ligados em tudo através dos sites do Eduardo, que são:
- Blog: www.filosofianerd.com.br
- Twitter: www.twitter.com/eduardospohr
- Facebook: http://www.facebook.com/eduardospohr
- Instagram: www.instagram.com/duduspohr
Até mais!
Lucas.





